Pessoa
[Fernando] Pessoa opõe-se à metafísica sentimentalista romântica, que abstrai a sensibilidade da razão: “o que em mim sente está pensando”.
A distribuição que o poeta faz de sua obra por vários heteronômios tem dado ensejo a numerosas discussões sobre a sua unidade ou pluralidade, ou sinceridade.
SARAIVA, António José, História da Literatura Portuguesa. p. 1047.
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